terça-feira, 8 de agosto de 2017

IN MEMORIAN - Homenagem a Paulo Santos da Silva

"Para um amante da justiça, a morte é a coisa mais mal distribuída deste mundo. Não posso entender qual seja o critério com que a distribuição se dá. Mas, há um critério? A sorte joga os dados e ao resultado chamamos destino” - Bobbio.


Paulo Santos da Silva foi integrante do Grupo de Pesquisa Imbricamentos de Linguagens desde o ano de 2014. Defendeu a sua dissertação de Mestrado em Patrimônio Cultural e Sociedade em 2015 – “Representações e memórias: jogos de poder nas lendas circulantes em Guaratuba recuperadas por vozes de mulheres”, na Linha de Pesquisa Patrimônio e Memória Social, da Univille - Joinville, SC. Pós-graduado em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUC, graduado em Letras - português/latim pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1992)Atuou como professor na Faculdade do Litoral Paranaense - ISEPE, no Colégio Monteiro Lobato - em Guaratuba/PR, no SENAC - Caiobá, como professor substituto na Fafipar - Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá, no Colégio Nova Geração - Paranaguá, Curso Pré-Vestibular Evidente - Curitiba -, no Ensino Médio no Colégio Isepe de Guaratuba e no Ensino Fundamental, 4º Ciclo, na Sociedade Educacional Novo Éden, em Curitiba. 

                Foi contador de 'causos' e idealizador de pontes. 


Na travessia da vida não sou como ferry-boat, que atrasa, que perturba, que não evolui – só retrocede; na travessia da vida planto canções e ensinamentos, pérolas, flores e sentimentos, vejo e revejo o que fiz, para que quando a luz estiver se fechando, eu possa cantar que fui feliz.” Paulo Santos da Silva * 03.09.1964 + 31.07.2017
Fonte: https://www.correiodolitoral.com/21078/a-luta-continua


4º Ciclo de Conferencias sobre Estudios Latinoamericanos (IAPCS.UNVM)

UNIVERSIDAD NACIONAL DE VILLA MARIA - ARGENTINA

IDENTIDADES  URBANAS  E IDENTIDADES INTERCULTURALES:
LENDAS URBANAS RECUPERADAS POR VOZES DE MULHERES

Dra.Taiza Mara Rauen Moraes
Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE¹
Mestre Paulo Santos da Silva -UNIVILLE²


 As lendas coletadas em Guaratuba/PR, foram contadas por vozes de mulheres, a partir de pesquisa desenvolvida nos anos de 2014 e 2015, por Paulo Santos da Silva, reafirmando Paul Ricoeur[1] ao sinalizar que em cada versão, o lendário (re)inaugura “novas formas de narrativas, que ainda não sabemos dominar”, num metamorfismo contínuo fixando culturas e linguagens em fluxo. Portanto, novas formas de narrar as lendas transmitem memórias de grupos, de uma época e de uma cultura, revivendo pela oralidade no tempo presente histórias que recuperam tradições. Pensamos as lendas como uma coletânea dos rastros deixados pelos acontecimentos que afetam o curso da história dos grupos envolvidos, cuja memória permite o sentido da orientação na passagem do tempo, que vem em mão dupla, do passado para o futuro e também do futuro para o passado através do presente em que se vive.

Para ter acesso ao texto na íntegra, acesse:  Clique aqui!



LENDAS COMO REGISTROS IDENTIFICADORES DE PAISAGENS CULTURAIS

Paulo Santos da Silva
Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE¹

Taiza Mara Rauen Moraes
Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE²




Resumo

Falar sobre lendas, é falar sobre universos de memórias recriadas a cada (re)conto, que nascem de fatos reais acrescidos de informações ou sintetizados e são transformadas em  novas narrativas como registros difundidos oralmente e recuperados  mantendo vivas tradições coletivas e paisagens culturais. As lendas coletadas em Guaratuba/PR, contadas por vozes de mulheres, a partir de pesquisa desenvolvida nos anos de 2014 e 2015, reafirmam Paul Ricoeur (1995) ao sinalizar que em cada versão, o lendário (re)inaugura “novas formas de narrativas, que ainda não sabemos dominar”, num metamorfismo contínuo fixando culturas de linguagens em fluxo. Portanto, novas formas de narrar as lendas transmitem memórias de grupos, de uma época e cultura, revivendo pela oralidade no tempo presente histórias que recuperam tradições dos grupos envolvidos, cuja memória permite o sentido da orientação na passagem do tempo, que vem em mão dupla, do passado para o futuro e também do futuro para o passado através do presente em que se vive delineando paisagens culturais. Assim, no ato de narrar lendas, perpassam jogos ideológicos que podem apontar para o entendimento de como essas narrativas são recontadas no tempo presente, de como elas permitem novos e múltiplos olhares sobre as paisagens das quais originam e de como elas, as narrativas, podem ser vistas como memória de um grupo que se considera autor de sua própria história e faz da realidade vivida suas representações.

Palavras- chave: Atores sociais; Memórias; Lendas: Paisagem cultural.

Para ter acesso ao texto na íntegra, acesse: Texto III ENIPAC

quinta-feira, 1 de junho de 2017

IV JORNADA SOBRE POLÍTICAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS – ANPUH/SC


O Doente Imaginário

Boa tarde!
A Cia de Teatro da Univille fará a reestreia do espetáculo O Doente Imaginário, de Molière no Teatro do SESC neste próximo sábado 03 de junho.


  

Sinopse
O Doente Imaginário (Le Malade Imaginaire) foi a última obra escrita por Molière, em 1673. Considerada uma de suas obras primas, a peça tem como personagem principal um hipocondríaco: Argan – carente, rico e ávaro burguês. Em seu segundo casamento, com uma mulher mais nova e interesseira, Argan vivia sobre a cama com a constante visita de médicos. Na peça O Doente Imaginário, Molière satiriza a precária ciência do seu tempo: a medicina. Faz uma crítica acirrada à relação médico-paciente da época, digna das relações marcadas pela frieza e pelo descaso.


FICHA TÉCNICA
Elenco
Argan, doente imaginário – João Marcos da Silva
Belinha, segunda mulher de Argan – Evelaine Duffeck de Souza
Beraldo, irmão de Argan e reitor – Eloisa Maria Maccari e Patrícia Alves Pereira
Cleanto, namorado de Angélica – Josnel Garcia de Carvalho
Doutor Boamorte, médico – Sônia Biscaia Veiga
Tomás Boamorte, seu filho, apaixonado por Angélica – João Pedro Gillet
Doutor Purgon, médico de Argan – Rosane Denegredo
Florindo, farmacêutico – Amanda Thainara Nogueira Bueno
Boafé, tabelião – Maria Luiza Silveira de Oliveira
Toninha, criada – Mariane Denegredo
Angélica, filha de Argan – Janini de Souza
Áreas Artísticas
Direção: Ângela Finardi
Cenografia, figurinos e maquiagem: Lucas David
Adereços e máscaras: Laédio Martins
Iluminação: Flávio Andrade
Assessoria de imprensa: Marketing da Univille
Trilha sonora: Rodolfo Nunhez
Projeto Gráfico: Maria Luiza Silveira de Oliveira e Mariane Denegredo
Operação de Som: Everton Nilsen
Operação de Luz: Angela Finardi
Classificação indicativa: 10
Duração do espetáculo: 1h40

Não percam!